Rota do Românico convida imprensa estrangeira especializada em turismo cultural

A Rota do Românico do Tâmega e Sousa vai organizar, em outubro, uma visita à região de jornalistas internacionais especializados em turismo cultural, anunciou hoje fonte daquele projeto.

Segundo a fonte, a ação destina-se a promover e divulgar o produto turístico e será alargada, dias depois, a profissionais da comunicação social portuguesa.

A deslocação dos jornalistas internacionais vai realizar-se nos dias 17, 18 e 19 de outubro.

Para a comunicação social nacional estão anunciados os dias 22, 23 e 24 de outubro.

Nos últimos dias, operadores turísticos da Alemanha, Itália e Holanda deslocaram-se ao Tâmega e Sousa para conhecer o potencial dos monumentos da região.

Os operadores visitaram a Torre de Vilar, em Lousada, e os mosteiros de Pombeiro (Felgueiras), Travanca (Amarante) e Ancede (Baião).

Os representantes holandês, italiano e espanhol também desfrutaram do património paisagístico e gastronómico da região do Tâmega e Sousa.

Segundo a Rota do Românico, foi a primeira vez que se organizou uma deslocação de operadores turísticos à região.

Para aquele projeto cultural, a presença dos operadores de três dos principais mercados emissores do designado "turismo cultural" poderá traduzir-se numa maior atratividade e integração nos circuitos internacionais.

A ações de divulgação da rota tiveram este ano um grande incremento, com a presença nas feiras internacionais de turismo de Berlim e Madrid.

"A Rota do Românico continua a sua aposta na internacionalização do seu produto turístico e na sua integração em circuitos turísticos comerciais europeus", lê-se num comunicado.

Aquele conjunto de ações tem sido organizado em articulação com o Turismo de Portugal.

O projeto da Rota do Românico começou em 1998, envolvendo os seis municípios do Vale do Sousa (Felgueiras, Paços de Ferreira, Lousada, Penafiel, Paredes e Castelo de Paiva) e compreendendo 21 monumentos.

Em 2010, a rota foi estendida aos municípios do Baixo Tâmega (Amarante, Marco de Canaveses, Baião e Celorico de Basto) e do Douro Sul (Cinfães e Resende), o que permitiu alargar o conjunto para 58 monumentos, a maioria dos quais classificados.

Lusa